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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Apelo da árvore

Tu que passas e levanta contra mim o teu braço,
Antes de fazer-me algum mal, olha bem...
Eu sou o calor do teu lar nas noites frias de inverno
Eu sou a sombra amiga que te protege contra o sol de dezembro
Meus frutos saciam tua fome e acalma tua sede
Eu sou a viga que suporta o teto da tua casa
E a cama que descansas.
O cabo das ferramentas, a porta da tua casa
Quando nasces tenho madeira para o teu berço
E quando morres...
Em forma de ataúde ainda acompanho ao seio da terra
Sou o ramo da beleza e a flor da bondade
Se me amas como eu mereço
Defenda-me contra os insensatos.


(Poema exposto numa praça embaixo de uma árvore em Nova Trento,SC)
(Desconheço o autor.)

2 comentários:

Anne Lieri disse...

Dora,que grande apêlo da natureza nessa linda poesia!Nao conhecia e adorei!Obrigada por seu gentil comentario lá no Mix!Bjs.

LUCONI disse...

Dora um poema muito especial, um apelo para os humanos se tornarem humanos novamente, valorizarem as bençãos do Pai, beijos Luconi

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